
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Hoje é dia de Poesia!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Reestreia: Cidade Desmanche
Um baile com músicas pra dançar juntinho, rosto colado, um pra lá, um pra cá. É assim que começa a peça "Cidade Desmanche", do Teatro de Narradores.Sem serem invasivos, os atores convidam a plateia a dançar com eles e, ao pé do ouvido, contam um pouco da história de seu personagem.
A peça acontece em todos os ambientes do Espaço Maquinária, situado à famosa Rua 13 de maio, na Bela Vista, centro de São Paulo. Por 4 salas, uma varanda e um terraço a plateia transita durante os 90 minutos da apresentação.
Apesar dos temas aparentarem ser pesados e polêmicos, a segurança e a leveza dos atores e músicos criam um clima bastante agradável de assistir! A dinâmica do espetáculo, com interação e projeções de vídeo na parede dos prédios ao redor e das casas na rua 13 de maio (a peça é parte do projeto Teatro em Transe, um diálogo entre Glauber Rocha e grandes nomes do teatro) também contribuem para que "Cidade Desmanche" se renove a cada dia, como o imprevisível cotidiano de seus personagens.
FICHA TÉCNICA
Criação Coletiva – Grupo Teatro de Narradores.
Direção e Dramaturgia – José Fernando Azevedo.
Elenco – Benito Karmonah, Conrado Caputto, João Paulo Azevedo, Lívia Camargo, Lucélia Sérgio, Teth Maiello, Welton Santos.
Direção Musical – Bruno Monteiro.
Músicos – Ricardo Pesce, Cristiano Bacelar.
Direção de Arte – Cristiane Cortilio.
Desenho de Luz – Lúcia Galvão.
Produção Executiva – Odara Carvalho.
Fotografia – Barbara Campos.
Programação Visual – Fernando Bergamini.
Secretaria – Liliane Alves.
SERVIÇO
Cidade Desmanche
De 24/10/09 até 15/11/09
Sábados 21h e Domingos 20h
Duração – 90 minutos.
Espetáculo recomendável para maiores de 14 anos.
Temporada – Sábados às 21 horas e domingos às 20 horas.
Ingressos – R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada para estudantes com carteirinha e terceira idade).
ESPAÇO MAQUINARIA
Rua Treze de Maio 240, 2º andar – Bela Vista.
Estacionamento próximo ao teatro: R$15,00.
Telefone: (11) 3853-3651.
Bilheteria abre uma hora antes do início de cada apresentação.
Capacidade – 30 lugares.
www.teatrodenarradores.com.br
Por Thais Polimeni
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Apocalipse Now
O filme é um retrato da Guerra do Vietnã, a partir da ótica do capitão Willard (Martin Sheen) e de sua saga até chegar ao Camboja, onde ele deveria acabar com o ex-coronel norteamericano Walter Kurtz, interpretado de maneira impecável por nada menos que Marlon Brando.
Kurtz, após desertar o exército americano, montou um “vilarejo”, uma espécie de governo paralelo (se é que se pode chamar aquilo de governo...). No lugar havia corpos, ossos e sangue espalhados por todos os lados e centenas de vietcongues que apoiavam o Coronel.
Willard foi recrutado pelo serviço de inteligência estadunidense (entre os militares que o recrutaram está Harrison Ford, ainda sem rugas!), e contou com a ajuda de quatro oficias para atravessar o Vietnã e chegar ao Camboja: Chief Phillips (Albert Hall), Chef (Frederic Forrest), Lance Johnson (Sam Bottoms) e Tyrone 'Clean' Miller (Laurence Fishburne, o Morpheus de Matrix, que nesse filme deveria ter uns 15 anos no máximo).
Durante o percurso, Willard acompanhava com atenção as loucuras que o conflito causava nos combatentes. O General aloprado que surfava em meio a bombas, o assassinato de inocentes sem clemência pelos soldados, a sujeira, o caos, o HORROR... Enfim, todo lado obscuro do ser humano, revelado por uma guerra, que a exemplo de outras, é injustificável.
Bem, o filme é por si só um presente para cinéfilos e não-cinéfilos. Vencedor do Oscar de melhor fotografia e som, além de outras indicações, incluindo de melhor filme e direção, “Apocalipse Now” tem dois outros pontos altos: primeiro, os bastidores do longa foram um capítulo à parte, com direito a um documentário para mostrar a insanidade que foi a filmagem; segundo por tratar de um assunto que incomoda ainda hoje muito americano. Apocalipse Now é de 1979, mais ou menos quatro anos após o cessar fogo definitivo. A opinião pública ainda estava em alvoroço por causa da entrada do país numa guerra que teve como pretexto o alinhamento do Vietnã do Norte com o comunismo e o bombardeio de dois de seus navios que trafegavam pela região, o USS Maddox e USS C.Turney Joy.
Pois bem, de 2000 para cá, quantas vezes isso se repetiu? Afeganistão, Iraque... Quem sabe agora Irã e Coréia do Norte. A política armada estadunidense nunca mudou e dificilmente mudará e Apocalipse Now foi um dos poucos filmes que demonstrou, da maneira mais honesta, os dois lados de um conflito e o HORROR por ele causado. Quem assistiu a Pearl Harbor entende perfeitamente. Os americanos perderam o conflito, este que, aliás, serviu de pretexto para a entrada do país na Segunda Guerra. No entanto, quem saiu moralmente vitorioso foram eles próprios (na figura de Ben Affleck).
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Aniversário de Vinícius de Moraes
Carioca, Vinícius de Moraes veio de uma família de artistas. Seu pai, Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, era poeta e violinista amador, e Lidia Cruz, sua mãe, era pianista amadora. Recebeu deles a paixão pela arte. E sua combinação com a inerente paixão pela vida o tornou um artista. Enquanto diplomata fez o mundo inteiro conhecer a criatividade, a generosidade e a musicalidade brasileira. Muitas vezes foi incompreendido por seus colegas de direito, mas ao invés de dificultar seu trabalho, isso o inspirou a compor canções e poesias sobre as posturas diplomáticas.
A obra de Vinícius de Moraes é extensa e, para homenageá-lo, será realizada uma apresentação no All of Jazz, no dia de seu aniversário, na próxima segunda-feira, 19 de outubro, com grandes composições do Poetinha.
O show é conduzido por Ana Gilli (voz), Leandro Brenner (violão e direção musical), Fernando Silveira (percussão) e Marina Franco (leitura de poemas) que, juntos, têm feito uma intensa pesquisa sobre a vida e a obra de Vinícius de Moraes:
“Há dois anos recebi um convite para fazer uma homenagem a Vinícius de Moraes. Ao começar estes estudos junto aos meus parceiros, descobrimos uma variedade artística imensa no trabalho de Vinícius. Ao apresentar um pouco desta pesquisa em nossos shows percebemos o quanto ela atinge a todas as pessoas de todas as gerações e classes sociais. Há muito o que contar e cantar a respeito deste generoso artista”, ressalta Ana Gilli, atriz e cantora.
Com uma voz deliciosa e uma teatralidade que lhe é peculiar, Ana Gilli presenteia o público com interessantíssimas histórias da trajetória do mestre.
Vale a pena participar desse momento e relembrar – ou conhecer – o maravilhoso trabalho deste grande maestro das transformações da Música Popular Brasileira.
Serviço
Como dizia o Poeta
Tributo a Vinícius de Moraes
19 de outubro – 22h
All of Jazz - http://www.allofjazz.com.br/
Rua João Cachoeira, 1366
(11) 3849 1345
R$20,00 (R$10,00 consumíveis)
Ficha Técnica
Ana Gilli - http://www.myspace.com/anagillicantora/Leandro Brenner (violão e direção musical)
Fernando Silveira (percussão) Marina Franco (leitura de poemas)
Marketing e Comunicação: contato@cultcultura.com.br
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Trilhas de Tarantino
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
A mídia na sociedade do espetáculo
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Música da Bahia

