terça-feira, 3 de agosto de 2010

Show Instrumental no Centro Cultural Rio Verde



Álvaro Petersen mostra seu trabalho autoral
Dia 19 de agosto, quinta-feira, Álvaro Petersen apresenta-se no charmoso Centro Cultural Rio Verde, acompanhado dos músicos Rubem Farias (baixo), Edmundo Carneiro (percussão) e com a participação do sensacional trombonista Bocato.

Sibipiruna é resultado de canções compostas por Álvaro, reunidas num trabalho acústico, com base na harmonia e na batida dos violões e percussão. As canções têm influências da MPB, mas também de folk, rock e funk, numa mistura de estilo marcante.

Álvaro começou sua carreira em Ribeirão Preto, onde se apresentava em parceria com Kiko Zambianchi. Participou de vários festivais pelo interior dos estados de SP e MG. Estudou em Campinas, na Unicamp e é arquiteto pela PUC-C, participando, naquele período, das atividades culturais da cidade e de projetos de vários artistas. Participou como finalista do festival Carrefour-BR. Apresentou-se ao lado de músicos como Silvio Mazzuca, AC del Farra, Edmundo Carneiro, Célia Regiane, Franco Petrocca, Freddy Crasto, Luis Lopes, Marcelo Fillizola, Bocato, Sergio Lyra, Ricardo Feijão, Reginaldo Feliciano, entre outros. Apresentou-se em São Paulo no Centro Cultural São Paulo, Biblioteca Mário de Andrade, Blue Note, Geni, Urbano e no Cithea e Favela Chic (com Maria de Medeiros) em Paris/ França.

Tem parcerias com Kiko Zambianchi, Paulo Leminsky, Fortuna, Hamilton Moreno, Lino Cryzz, Edmundo Carneiro. Tem músicas gravadas por Bebeto, Vera Negri, HeartBreakers, Fortuna.

Atua na TV Cultura, desde 1986, como ator, manipulador de bonecos e músico em programas premiados, como Catavento, Bambalalão, Cocoricó e Castelo Ratimbum.

Por Groupie Cultural

Um comentário:

Nicolau Ponte Preta disse...

Olá tudo bom. Estou divulgando este documentário http://nosolhosdaesperanca.blogspot.com/
Se puder assistir, vale a pena. Obrigado!

Story line
Jânio é um rapaz de vinte anos que foi preso na orla da praia da Cidade de Praia Grande confundido de fazer parte de um grupo de jovens que promoveram um arrastão. Mesmo sem provas ficou preso durante 11 meses. Leide e Francisco a mãe e o pai de Jânio precisaram lutar para provar a inocência do filho, enfrentando a principal dificuldade que esbarra num problema social ainda não resolvido no Brasil.

"Ser pobre é ser culpado até que se prove ao contrário?"